Johnny Manziel e Seus Hábitos Prejudica-o?

Até agora, você já deve ter muito ouvido falar desse nome, Johnny Manziel, para muitos uns dos principais rookies a ser lapidado, mas será que ele é tudo isso? Leia Mais

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Saldo dessa Free Agency - Perdas

Muitas perdas importantes aconteceram nessa Free Agency, a maioria não foi reposta, a última chance de isso acontecer é o Draft Leai Mais

Mudanças Bruscas - NEW YORK GIANTS

O New York Giants se movimentou bastante nessa Free Agency, contratando bastante jogadores, com uma média de idade baixa, perto de 28 anos. Leia Mais

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Quem o Colts deve escolher nesse Draft?

O Temos algumas prioridades como OL e defesa... Leia Mais

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Tennessee Titans – Setor Ofensivo 2014

Não é segredo para os amantes da NFL e os fãs dos Titans que o foco da franquia nessa temporada é a reformulação das duas primeiras linhas defensivas. Leia Mais

Mostrando postagens com marcador San Francisco 49ers. Mostrar todas as postagens
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sábado, 2 de agosto de 2014

Glenn Dorsey, NT dos 49ers, está fora da temporada

O San Francisco 49ers tem mais uma baixa para a próxima temporada da NFL.

O Nose tackle Glenn Dorsey teve uma ruptura no bíceps e deve perder toda temporada de 2014, informou neste sábado Ian Rapoport, que disse ter uma fonte muito próxima do jogador.

Dorsey começou 13 dos 16 jogos na última temporada, ajudando muito a equipe de San Francisco a obter uma das defesas mais sólidas da NFL contra o jogo corrido.


E acontece que os 49ers carecem muito de jogadores neste setor. Em 2013, após draftar Quinton Dial na quinta rodada, este só conseguiu jogar 19 snaps. O veterano Ian Williams também não conseguiu engrenar, e após uma quarta cirurgia no tornozelo em setembro do ano passado ficou de fora o restante da temporada. Williams ainda é uma incógnita para essa temporada, apesar de que conclusões mais otimistas colocam Ian para jogar a semana 1 da temporada regular.

Visto que os 49ers jogam com um posicionamento 3-4 na defesa, o Nose tackle é de extrema importância no setor. O coordenador Vic Fangio já estuda a melhor possibilidade para que a defesa dos 49ers não perca sua característica. É bem possível que uma rotação Dial/Williams aconteça e dessa forma os dois adquiririam ritmo de jogo.Os dois MLB principais da equipe, Patrick Willis e NaVorro Bowman terão um papel muito importante, para pressionar o QB adversário e também em jogadas de corridas. Porém, a volta de Bowman ainda é inserta, provavelmente no meio da temporada regular.

Apesar de poder contar com alguns reforços, desde a derrota na final da conferência para o Seattle Seahawks, a defesa ficou muito enfraquecida, especialmente com a perda de jogadores importantes na secundária.

Juntando todos esse fatores, pode ser que a defesa de San Francisco não fique entre as 5 melhores, fato que não ocorre desde a temporada 2010.


segunda-feira, 14 de julho de 2014

52 dias para a NFL - Captain Defense


Excelência é a palavra que define o jogador de hoje. Ele é tão bom que ganhou praticamente todos os prêmios individuais que um linebacker pode receber no futebol americano. Desde a sua ascensão entre os profissionais, é praticamente uma unanimidade entre os melhores da NFL. Hoje falamos sobra Patrick Willis.

Willis veio da pobreza quase extrema, desde os 10 anos ele trabalhava em plantações de algodão para ajudar a sustentar seus irmãos. Não a toa, viu no esporte uma chance para melhorar a vida de sua família. Além do futebol americano, ele também tinha lá suas habilidades no beisebol e no basquete. E agarrou com força as oportunidades que teve.

Em seus 4 anos na Universidade de Mississippi, Patrick foi um dos melhores defensores de todo o país. No seu último ano, 2006, ganhou os prêmios Jack Lambert e Dick Butkus, os mais importantes que um linebacker pode receber. Ainda faturou o Conerly Trophy, dado para o melhor jogador (independente de posição) no estado de Mississippi.

Escolhido pelos 49ers no 1º round do draft de 2007, Patrick foi titular desde o primeiro dia de training camp, e logo se transformou em um jogador de elite, sendo eleito o calouro defensivo da temporada. Sua atuação mais memorável naquele ano foi contra o Minnesota Vikings, quando limitou Adrian Peterson (o calouro ofensivo de 2007) a míseras 3 jardas em 14 tentativas de corrida. Patrick terminou a temporada com incríveis 174 tackles, liderando a Liga.

De lá pra cá, veio a consolidação de uma grande carreira. Em 2010, Willis assinou uma renovação de contrato que o fez o inside linebacker mais bem pago da NFL até então. No ano seguinte, foi eleito pela ESPN como o melhor de sua posição em toda a Liga, e foi apontado por Ray Lewis, provavelmente o melhor ILB de todos os tempos, como seu sucessor. 

Patrick foi ao Pro Bowl em todas as auas temporadas até aqui, e só não foi eleito All-Pro no ano passado, com a ascenção de Bowman. Sem NaVorro no começo da temporada, cabe a Willis novamente assumir o protagonismo da defesa. Ele deve ultrapassar a marca de 1000 tackles na carreira (faltam 84), além de já ter 20.5 sacks, 16 fumbles forçados e 7 interceptações. Digno de Hall da Fama.

domingo, 13 de julho de 2014

53 dias para a NFL - Bow, the man


A defesa dos 49ers vem sendo muito badalada nos últimos anos. Ele, nem tanto. O colega que joga ao seu lado sempre foi muito pais paparicado pela torcida e, principalmente, pela mídia. O cara joga demais mesmo, isso ninguém discute. Mas com muito trabalho, o rapaz do post de hoje finalmente conseguiu sua parcela de reconhecimento. Nós ficaremos um pouquinho sem ele em 2014, e já choramos por isso. O post de hoje é sobre NaVorro Bowman.

Quando começou sua carreira, ainda no high school, Bowman não era só um LB. Ele era um ótimo running back, e chegou a ter um ano de 1200 jardas terrestres e incríveis 22 TDs. Ao ingressar na Universidade de Penn State, no entanto, seus técnicos decidiram que ele jogaria apenas no lado defensivo da bola oval. Sorte nossa.

NaVorro foi escolhido pelos 49ers no 3º round do draft de 2010. Ele participou de todos os jogos do time em sua temporada de calouro, mas ainda não era titular. Sua primeira chance entre os 11 da defesa veio apenas na última semana daquele ano, quando Patrick Willis se machucou.

Em 2011, com a saída de Takeo Spikes, Bowman assumiu a titularidade. E a tremanda evolução da defesa a partir daquela temporada passa muito pela sua entrada no time. Logo em seu primeiro ano como titular, ele simplesmente liderou a NFL em tackles e fo eleito All-Pro, junto com Willis.

Nos anos seguintes, Bowman melhorou ainda mais seu desempenho. Em 2012 e 2013 foi novamente All-Pro e também foi eleito para o Pro Bowl. Na última temporada, foi um dos cotados para o prêmio de Jogador Defensivo do Ano. Para alguns, ele já é considerado até melhor do que o laureado Patrick Willis. Bem, não vou entrar nessa polêmica aqui rs.

Infelizmente, na última decisão da NFC, Bowman, em um lance em que forçou um fumble de Marshawn Lynch, acabou sofrendo uma séria lesão nos ligamentos do joelho e deve perder boa parte desta temporada. Esperamos que ele volte o mais rápido possível, os 49ers precisam dele.


sábado, 12 de julho de 2014

54 dias para a NFL - A Arte de Esperar


Saber esperar pela oportunidade no momento certo é uma virtude. O homem em questão no post de hoje ficou nos 49ers por quase uma década, aprendendo e esperando pacientemente, até que quando enfim chegou a sua hora, ele agarrou a oportunidade e brilhou. Falamos aqui de um dos maiores head coaches da  história dos Niners e da NFL: George Seifert.

Nascido em San Francisco, George tentou carreira como jogador de futebol americano, mas não deu muito certo. Ele jogou como guard e linebacker pela Universidade de Utah, mas não chegou a se profissionalizar, e logo se transformou em técnico, comandando um time colegial de Salt Lake City.

Após ser auxiliar nas Universidades de Iowa, Oregon e Stanford, Seifert teve sua primeira chance como head coach na pequena Cornell University, mas não deu certo. Após uma campanha 3-15 em dois anos, George retornou a Stanford para ser técnico da secundária, onde ele encontrou o recém contratado head coach dos Cardinal, Bill Walsh.

Em 1980, Walsh, já nos 49ers, contratou Seifert para ser o técnico da secundária, função que ele exerceu até 1983, quando foi promovido a coordenador defensivo. Seu trabalho nessa função excelente. Jogadores como Ronnie Lott e Eric Wright atingiram o auge sob seu comando, e o time ganhou mias 2 anéis.

O segundo deles (terceiro da franquia) veio no aniversário de 49 anos de George. Na offseason, ele era cotado para assumir o cargo de head coach de alguma franquia. O que talvez ele não esperava que fosse acontecer (ao menos não tão cedo) é que essa franquia seria a que ele já estava. Bill Walsh se aposentou e Seifert foi escolhido para substitui-lo.

George não sentiu a pressão de ser o comandante do time e conduziu os 49ers novamente ao título em seu primeiro ano como HC. Ao longo de sua passagem, seus grandes méritos foram conduzir a passagem de bastão de Joe Montana para Steve Young e recolocar o time no caminho do título após os revezes para o Dallas Cowboys, no começo dos anos 90.

Seifert ainda foi o técnico no últmo título Niner, em 1994, e permaneceu no time até 1996, sendo o único (salvo os donos do time, claro) a participar dos 5 Super Bowls vencidos pelo San Francisco 49ers. George ainda teve uma passagem pelo Carolina Panthers, onde além de técnico ele era o General Manager, entre 1999 e 2001, antes de se aposentar definitivamente. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

55 dias para a NFL - O Caça QBs


Em um esporte tão complexo quanto o futebol americano, obviamente que quanto mais completo for o jogador, melhor é pra ele. Mas, dentre tantas variantes, também há espaços para jogadores que se destacam em alguma habilidade específica. É o caso do jogador de hoje. Ele não tem um defeito explícito em seu jogo, mas tem uma qualidade que se sobrepõe muito em relação as demais: ele é um monstro no pass rush. Estamos falando de Ahmad Brooks.

Após uma condecorada, porém complicada carreira pela Universidade de Virginia, onde chegou até a ser finalista do Prêmio Butkus (dado ao melhor linebacker da NCAA), Ahmad se inscreveu no draft suplementar de 2006, após saber que não seria aproveitado na Universidade naquele ano.

Selecionado na 3ª rodada pelo Cincinnati Bengals, ele fez parte da rotação de LBs do time em seu ano de calouro e foi efetivado como OLB titular na temporada seguinte. Mas logo na Semana 2, Brooks sofreu uma lesão muscular que encerrou sua temporada. No fim da pré-temporada de 2008, ele foi dispensado pelos Bengals.

Seu desemprego, no entanto, durou apenas 1 dia. Antes mesmo de se tornar free agent, ele foi chamado nos waivers pelos 49ers. Seu comelo em San Francisco não foi fácil, e ele chegou até a ser dispensado em outubro de 2008, para o time contratar o WR Chris Hannon. Mas menos de uma semana depois, Hannon foi dispensado e Brooks voltou ao time.

A partir daí, seu talento como pass rusher foi evoluindo, e o então técnico Mike Singletary passou a utilizá-lo em situações óbvias de passe do time adversário. Até que na Semana 14 de 2009, Brooks teve um jogo de 3 sacks e 2 fumbles forçados contra o Arizona Cardinals. A partir daí, virou titular e peça fundamental da defesa. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

56 dias para a NFL - Xerifão


Duzentos e quarenta e três jogos consecutivos e quatro títulos de Super Bowl. 243 jogos consecutivos (a temporada regular tem 16 partidas, façam as contas) e 4 anéis de campeão, de novo pra vocês entenderem a dimensão disso. Esse é o pequeno cartão de visitas de Bill Romanowski.

Selecionado no 3º round de 1988 pelos 49ers, Bill foi um jogador de impacto imediato. Foi titular desde a estreia (começando a sua sequência) e peça chave da defesa que foi bicampeã em 1988/89. Dois títulos nas suas duas primeiras temporadas. Nada mau, não?

Após uma disputa contratual, Romanowski deixou os 49ers no final de 1993, e foi para o Philadelphia Eagles, e depois para o Denver Broncos, onde viveu seu auge, ganhando seus outros 2 Super Bowls e sendo eleito duas vezes para o Pro Bowl.

Durante sua passagem por Denver houve um incidente famoso envolvendo os 49ers. Em seu retorno ao Candlestick Park, em um Monday Night Football de 1997, ele cuspiu na cara do WR JJ Stokes, após ser provocado por ele (ver vídeo abaixo).

Bill foi para o Oakland Raiders em 2002, e ainda jogou seu quinto Super Bowl na carreira, mas acabou derrotado pelo Tampa Bay Buccaneers. E na semana 5 de 2003, ele desfalcou os Raiders por lesão e perdeu seu primeiro jogo em toda a carreira, encerrando a sequência que era recorde absoluto entre os linebackers, e foi quebrado apenas no ano passado, por London Fletcher.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

64 dias para a NFL - O Pioneiro


Os 49ers são uma franquia eternizada pelos históricos quarterbacks que defenderam o time: Joe Montana, Steve Young, John Brodie, etc. Mas para que todos esses brilhassem, alguém tinha que começar a desbravar o caminho, certo? O post de hoje fala sobre o primeiro QB da história do San Francisco 49ers, Frankie Albert.

Frankie começou a sua carreira na Universidade de Stanford, onde venceu o Rose Bowl de 1940. Lá ele comandava a histórica formação ofensiva em T (com 2 TEs na linha ofensiva - um ao lado de cada tackle, além de 3 corredores - isso mesmo, sem WR). Ganhou honras de All-American em 1940 e 41.

Em 1942, Albert foi draftado pelo Chicago Bears. Mas não disputou um jogo sequer pelo time de George Halas, por ter servido a marinha dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. Ao voltar, comandou o Los Angeles Bulldogs, da Pacific Coast Football League e, no ano seguinte, foi contratado recém criado pelo San Francisco 49ers.

Nos seus primeiros anos de vida, os 49ers ainda não faziam parte da NFL, mas sim da All-American Football Conference (AAFC). Em San Fran, Frankie foi creditado por inventar o bootleg, jogada utilizada com alguma frequência até os dias de hoje, em que o QB finje fazer um handoff e corre com a bola pelos lados da OL.

Em 1948, Albert foi eleito co-MVP da AAFL, junto com o lendário RB Otto Graham, do Cleveland Browns. Após a fusão da AAFL com a NFL, Frankie foi eleito para seu único Pro Bowl, em 1950. Ele deixou os 49ers em 1952, e ainda jogou mais um ano no Canadá, pelo Cagary Stampeders, antes de se aposentar. 

Frankie Albert ainda trabalhou novamente nos 49ers, como olheiro e auxiliar técnico. Ele foi eleito para o Hall da Fama do Futebol Americano Universitário em 1956, e  faleceu em 2002, aos 82 anos, vítima de Mal de Alzheimer. 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

64 dias para a NFL - O Intimidador


O post de hoje fala sobre um dos melhores defensores da história do San Francisco 49ers: Dave Wilcox, um dominante linebacker, com várias honras de Pro Bowl e eleito para o Hall da Fama, que atuou pelo time nas décadas de 1960 e 70.

Dave fez sua carreira no college por duas universidades: Boise Junior (que atualmente se chama Boise State) e Oregon. Naquela época, em que os jogadores atuavam tanto no ataque quanto na defesa, Dave jogava como guard e defensive end. Seu desempenho na NCAA o fez ser draftado, em 1964, por times de duas ligas: os Niners, na NFL, e o Houston Oilers, da antiga AFL.

Por ser um time estabelecido em uma liga já muito mais estabelecida, Dave preferiu se juntar aos 49ers. Convertido para linebacker, seu impacto na liga foi imediato. Recebeu o apelido de "The Intimidator", e era implacável especialmente na marcação aos tight ends, além de ser um ótimo pass rusher.

A época em que Dave atuou por San Francisco (1964-74) não foi exatamente a mais vitoriosa da história da franquia. Mas o auge de sua carreira coincidiu justamente com o único período em que os 49ers foram aos playoffs nesse intervalo de tempo - as temporadas entre 1970 e 72, quando nas três oportunidades, o sonho da ida ao Super Bowl acabou no Dallas Cowboys. 

No fim das contas, Dave teve 14 interceptações em sua carreira (ainda não eram computados os sacks), que rendeu 7 idas ao Pro Bowl, 4 escolhas para os All Pro teams e, no ano 2000, o reconhecimento final com a eleição para o Hall da Fama do futebol americano profissional.

terça-feira, 1 de julho de 2014

65 dias para a NFL - O Jogador Mais Importante Que Você Não Conhece


Em um esporte coletivo, todos os jogadores tem a sua importância para o time. Mas também é fato que existem alguns jogadores específicos que tem uma missão crucial. Se sua função não for executada com perfeição, o dano certamente acontecerá, e será muito grave. É assim com o goleiro, o levantador, etc. O futebol americano também tem a sua "posição ingrata". E ela é ocupada por alguém que quase sempre passa despercebido. Ou você sabe, sem olhar no Google, quem é o long snapper dos 49ers?

O nome dele é Kevin McDermott. O long snapper é o responsável pelos snaps em situações de extra points, field goals e punts (aí já dá pra vocês perceberem que, se ele errar: tragédia). Por entrar em campo apenas nessas situações e como a câmera nunca os focaliza, seu trabalho passa despercebido por quase todos. Sequer existem estatísticas específicas para a posição.

No caso de Kevin, ele começou sua carreira como tight end, mas ao ingressar na Universidade, em UCLA, aprendeu a nova função, ganhou a titularidade e abandonou a vida de recepções. Ele foi contratado pelos 49ers em 2013, após passar em branco no draft, e ganhou a posição de long snapper titular, desbancando o veterano Brian Jennings, de 13 temporadas no time (e que foi dispensado).

Os long snappers são os menos famosos e estão entre os que menos recebem dinheiro no futebol americano. Merecem um pouco mais do nosso reconhecimento, certamente. Confira no vídeo a seguir o quão precisos eles são. Faltam 65 dias!


segunda-feira, 30 de junho de 2014

66 dias para a NFL - O futuro da OL


Ao longo desta série, já falamos sobre jogadores históricos e membros do elenco atual, sejam titulares, reservas ou promessas. Mas hoje é o primeiro post que fala sobre algum dos jogadores da classe de 2014 do draft Niner. O tema do dia é Marcus Martin.

Marcus fez sua carreira universitária na tradicionalíssima USC, primeiro como left guard (2011 e 2012), depois como center, posição na qual ele deve ser aproveitado em San Francisco. Martin tem apenas 20 anos, e preferiu abdicar do seu último ano na faculdade e entrou no draft desse ano. Seu bom desempenho fez com que fosse cotado para a segunda rodada. Chegando a terceira e ainda não tendo sido escolhido, Trent Baalke viu uma boa oportunidade e o draftou.

Seu maior ponto forte é o atleticismo. Marcus é grande, tem braços e mãos longos, o que faz com que ele se saia bem na proteção ao passe, já que consegue segurar até dois defensores. Também tem agilidade boa o suficiente para fazer bloqueios no segundo nível. Como pontos mais fracos, ainda precisa melhorar a força de seus bloqueios e a movimentação lateral.

Para esse primeiro ano, Marcus já tem boas possibilidades de ser titular, já que Jonathan Goodwin, o antigo titular da posição de center, saiu para o New Orleans Saints. Martin disputará posição com Daniel Kilgore, e, conforme explicamos no texto sobre Daniel, também pode se aproveitar da situação contratual dos guards, caso seu concorrente vá jogar naquela posição.

domingo, 29 de junho de 2014

67 dias para a NFL - Procurando seu Espaço


O post de hoje é sobre um jogador do atual elenco que talvez poucos conheçam, mas que pode ser uma peça chave do time em um futuro bem próximo, dependendo dos treinamentos e renovações de contrato. O rapaz em questão é Daniel Kilgore.

Daniel fez sua carreira universitária pela modesta Appalachian State. Teve boas temporadas, mas não foi brilhante, sendo também atrapalhado por lesões - suas maiores honrarias na Universidades foram acadêmicas. Isso fez com que seu stock para o draft não fosse dos mais altos.

Kilgore foi escolhido pelos 49ers no 5º round de 2011, com a escolha de número 163 no geral. Em seu primeiro ano, disputou apenas uma partida pelo time. A partir de 2012, começou a ter um papel maior na rotação da linha ofensiva, participando de todos os jogos do time desde então, mas ainda sem ser titular nenhuma vez.

Para 2014, Daniel tem algumas possibilidades a mais. Uma seria jogar como center, já que o antigo titular, Jonathan Goodwin, saiu, e talvez o rookie Marcus Martin ainda não esteja pronto. Outra hipótese pode ser sua posição natural, de guard, caso o impasse contratual de Alex Boone não se resolva. E, para o ano que vem, se Mike Iupati sair, pode ser que ele ganhe mais espaço.

sábado, 28 de junho de 2014

68 dias para a NFL - Um OL Capitalista


Imagino que todo mundo aqui (ou quase todo mundo, pelo menos) goste de dinheiro. Mas poucos são os que nascem com aquele espírito empreendedor, principalmente entre os atletas. Felizmente,  nem todos são assim. Um antigo linha ofensiva dos 49ers, depois de fazer uma brilhante carreira no time, aproveitou para ganhar muito mais dinheiro fora de campo do que dentro dele. Estamos falando de Harris Barton.

Harris começou no futebol americano com apenas 5 anos de idade, e sempre mostrou que era muito talentoso. Após se formar no ensino médio, ele foi recrutado por mais de 100 universidades, incluindo programas poderosos, como Notre Dame, USC e Oklahoma. No entanto, ele optou por jogar em North Carolina, onde teve uma ótima carreira pelos Tar Heels.

Os 49ers escolheram Barton na 22ª posição do 1º round do draft de 1987. O time não escolhia um jogador de linha ofensiva na primeira rodada desde 1968, com Forrest Blue. Em seu ano de estreia, foi eleito o segundo melhor calouro da temporada.

Ao longo de sua trajetória em San Francisco, que durou até 1998, Harris participou de 138 jogos, sendo 89 consecutivos, uma marca impressionante pra quem atua em uma posição onde os jogadores se lesionam com frequência, e ainda ganhou 3 Super Bowls.

Após se retirar dos gramados, ele ajudou a criar e gerenciar a "Champion Charities", uma espécie de fundo que investia em Capital de Risco, Fundos de Cobertura (capitais de altíssimo risco) e em empresas que ainda não estavam na bolsa de valores. Como estratégia de marketing, ele fez uma campanha de caridade, arrecadando milhões de dólares de estrelas do esporte americano, como Dan Marino, Peyton Manning, Barry Bonds e Wayne Gretzky, que foram destinados para pesquisas sobre o câncer no cérebro, doença que matou os seus pais.

No auge da empresa, em 2008, eles chegaram a gerenciar quantias que ultrapassavam a marca de US$ 2,4 bilhões. Em 2010, um ano após vender a empresa, Barton deixou totalmente o negócio para se dedicar a investimentos em startups.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

69 dias para a NFL - O Poderoso Chefão


Em cada time da NFL existe uma hierarquia. Os jogadores respondem aos seus técnicos, cada posição tem um treinador específico. Esses técnicos respondem aos coordenadores defensivo/ofensivo, que se submete ao Head Coach, cujo chefe é o General Manager, que por suz vez responde ao presidente/CEO e por fim ao dono da franquia. Em alguns casos, uma pessoa pode acumular mais de um cargo dentre os descritos aqui. No caso dos 49ers, o CEO, dono e personagem do post de hoje é Jed York.

Jed começou sua carreira profissional como analista financeiro, bem longe dos negócios da família. Mas pouco depois, sua família decidiu que ele deveria já ir para os 49ers, de modo a começar uma transição mais lenta e gradual de liderança dentro da franquia quando Mike Nolan foi contratado para ser o Head Coach. 

Seu primeiro cargo nos Niners foi o de Diretor de Planejamento Estratégico, passando depois para Vice Presidente da mesma área. Nesses cargos, ele trabalhava com projetos relacionados a marca do time, além de operações que envolviam o desenvolvimento financeiro e operacional da franquia.

No final de 2008, York assumiu a presidência do time. Ele era o homem que comandava de fato a franquia, apesar de o fornecimento de recursos e a representação do time junto aos outros donos e executivos da NFL continuarem como papel de seus pais.

Seu maior e mais bem sucedido ato na presidência foi a contratação de Jim Harbaugh, no começo de 2011. Com Jim no comando técnico, os 49ers saíram de anos de péssimas campanhas diretamente para três finais de conferências consecutivas. Jed deixou a presidência do time em 2012, mas reteve para si o cargo de CEO, o que faz com que ele continue sendo a referência máxima no controle dos 49ers.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

70 dias para a NFL - Se voltando contra a casa


O post de hoje é sobre mais um jogador que teve toda a sua carreira profissional no San Francisco 49ers, mais precisamente por 15 temporadas. O nome dele é Charlie Krueger, um dos melhores defensive tackles da década de 1960.

Krueger estudou na Universidade de Texas A&M. Sua carreira lá foi marcante: ele foi eleito All-American (o equivalente ao All Pro no college) por duas vezes e, anos depois,foi eleito para o Hall da Fama do Futebol Americano Universitário.

Draftado pelos 49ers com a oitava escolha do 1º round no draft de 1958, Charlie estreou no time apenas no ano seguinte, e ficou até 1973. Nesse período, foram 2 escolhas ao Pro Bowl (1960 e 64), outras 3 para o All Pro Team (1960, 65 e 70). Krueger conseguiu forçar 3 safeties em sua carreira, além de 1 interceptação, que foi retornada para touchdown. Não há registros sobre sacks, porque naquela época o termo "sack" simplesmente ainda não existia e, obviamente, não entrava nas estatísticas.

Após sua aposentadoria, Krueger teve sua camisa #70 retirada. Mas, em 1988, Krueger entrou com um processo contra os 49ers. Os juízes disseram que Charlie recebeu repetidas injeções anestésicas durante sua carreira, para que pudesse jogar mesmo com significativas lesões no joelho, o que fez com que as dores ficassem, mesmo após ele se aposentar. Krueger foi indenizado pelo time em US$ 2,3 milhões.

71 dias para a NFL - Abrindo o Caminho


Hoje é dia de falarmos de mais um jogador que ganhou múltiplos anéis pelo San Francisco 49ers, estrela do time na virada da década de 1980/90. E também é creditado a ele uma revolução na posição de left tackle. Estamos falando de Steve Wallace.

Antes de ir para a NFL, Steve estudou na tradicional Universidade de Auburn. Uma curiosidade de sua carreira universitária é ter participado de um jogo (contra o Florida Gators) que teve nada menos do que 25 atletas que viriam a fazer parte de um elenco profissional da NFL no futuro - entre eles estava o lendário running back Bo Jackson. 

Wallace foi draftado pelos 49ers na 4ª rodada de 1986. Ao longo de suas 11 temporadas em San Francisco, ele teve a missão de proteger o lado cego de Joe Montana e Steve Young. Se os QBs eram de elite, os pass rushers também eram. E a "revolução" creditada a Steve era por ser um dos poucos, senão o único, a conseguir bloquear com eficiência nomes do quilate de Lawrence Taylor, Reggie White, Richard Dent, entre outros. Seu sucesso fez com que ele fosse o primeiro jogador de linha ofensiva a receber um contrato mais avantajado.

Mas todo esse sucesso também teve um custo. Wallace teve várias concussões durante a sua carreira, tendo ele usado até um capacete especial para aliviar os impactos em sua cabeça. Tanto que isso abreviou um pouco sua carreira na NFL, que foi de apenas 12 temporadas (após sair dos Niners, jogou 1 ano em Kansas City). Mas se os OLs de hoje em dia são caras ricos, devem muito a Wallace. Faltam 71 dias!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

72 dias para a NFL - Brincando com Fogo


As vezes você erra e a vida te dá uma segunda chance. E é melhor você aproveitá-la, sabe lá o que vai acontecer depois, né?  O jogador deste post é um cara realmente sortudo, tem tanta sorte quanto talento. Mas também aparenta gostar de brincar com seu próprio destino. Estou falando de Alex Boone.

Alex fez sua carreira universitária em Ohio State, um dos melhores programas de futebol americano dos EUA. Foi titular em seus 4 anos lá, eleito para seleções da conferência, sempre jogando bowls importantes. Teria tudo pra ser escolhido nas primeiras rodadas do draft, certo? Errado.

As equipes da NFL se afastaram dele por conta de problemas com álcool - chegou a ser preso por dirigir embriagado - o draft de 2009 foi passando, passando e nada. Aí veio a segunda chance: os 49ers o contrataram como free agent e ele fez parte do practice squad em seu primeiro ano.

Boone parecia realmente ter mudado muito. Em 2010 foi ativado para o elenco principal, e foi ganhando espaço e em 2012 virou titular, com ótimas performances. Atuando em várias posições da linha ofensiva, Alex se tornou um jogador valorizado.

Seu contrato acaba no final desse ano, e é natural que ele receba um dinheiro bem maior. Mas o que ele fez? Trocou seu empresário por um mais intransigente na relação com as franquias. Ao invés de fazer um contrato amigável para ele e para o time - como fez Colin Kaepernick - parece que Boone tentará ganhar apenas o máximo de dinheiro que puder. É um direito dele, claro. Mas os 49ers (ou qualquer outro time que ele possa ir no ano que vem) certamente já estão com um pé atrás em relação a essa postura do jogador. Que ele tome a melhor decisão para sua carreira. Faltam 72 dias!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

73 dias para a NFL - O Italiano


O jogador do post de hoje tinha tudo pra não ser um jogador de futebol americano. Pra começar, ele nasceu na Itália, em 1924. Como o esporte é muito enraizado apenas nos EUA (naquela época então, nem se fala), seria muito difícil para um estrangeiro acostumar-se com o FA. Ele imigrou para os EUA na adolescência, mas logo teve que servir seu novo país na Segunda Guerra Mundial. Ele sobreviveu ao conflito, voltou ao país e foi para a faculdade. Apenas lá teve contato pela primeira vez com a bola oval. Antes tarde do que nunca. Ele foi para a NFL e por lá fez história. Estamos falando hoje de Leo Nomellini.

Leo foi a primeira escolha de draft da história do San Francisco 49ers, em 1950. Naquela época, os jogadores atuavam tanto no ataque quanto na defesa. No caso de Nomellini, ele atuava nas linhas - tanto ofensiva quanto defensiva. E era tão bom que foi eleito All Pro em ambas as posições, por várias vezes. Como defensive tackle, foi eleito para a seleção de todos os tempos da NFL, quando do aniversário de 50 anos da Liga e para o time da década de 1950.

Em 14 anos de carreira pelos 49ers, Leo jamais perdeu uma única partida. Foram 266 jogos, contando temporada regular, playoffs e pré-temporada. Foram 10 eleições para o Pro Bowl e 9 vezes All Pro. E ainda arrumava tempo para, na offseason, praticar wrestling, com o apelido the "The Lion".

Em reconhecimento pelos seus feitos, ele foi para o Hall da Fama dos Profissionais logo em seu primeiro ano de elegibilidade, em 1969. Em 1977, também foi eleito para o Hall da Fama da NCAA. Além disso, sua camisa #73 foi aposentada pelos 49ers.

domingo, 22 de junho de 2014

74 dias para a NFL - O Guarda-Costas


Não, não é o Kevin Costner. Mas o jogador do post de hoje também tem como missão proteger uma super estrela, no caso o quarterback do time. Não a vida, mas a saúde e a precisão dos passes e corridas de Colin Kaepernick dependem muito também de Joe Staley.

Quando Joe começou sua carreira na NCAA, pela Universidade de Central Michigan, ele não era apenas um bloqueador. Staley atuou como tight end em seu primeiro ano no college, e teve uma atuação razoável no ataque. Mas ao fazer os necessários exercícios de musculação, ele ganhou tanta massa que seus treinadores acharam melhor movê-lo para a linha ofensiva. Sábia decisão.

Staley foi imediatamente efetivado como titular na sua temporada de sophomore, jogando de right tackle. No ano seguinte ele foi movido para o lado esquerdo da linha, e se destacou a ponto de sair na 1ª rodada do draft de 2007, 28ª escolha geral, para o San Francisco 49ers.

Joe foi titular nos 49ers desde que chegou. No seu primeiro ano, começou como right tackle, mas na temporada seguinte foi movido novamente para left tackle, onde permanece até hoje e é considerado um dos melhores, se não o melhor, LT de toda a NFL. Seu passado como TE não foi totalmente esqquecido, e de vez em quase nunca, ele agarra uns passes. São incríveis duas recepções (uma contra os Browns, em 2011, outra contra os Cardinals, no ano passado) para 31 jardas. Sem zoeira, é uma marca realmente alta para um jogador de linha ofensiva.

A importância de Joe foi reconhecida nos últimos anos com 3 escolhas consecutivas para o All Pro Team e para o Pro Bowl, com a tendência de aumentar este número nas próximas temporadas. E uma curiosidade: Staley tem seu próprio 'talk show': o "The Joe Show", exibido no site dos 49ers, onde ele entrevista seus colegas e técnicos, m ostrando algumas cenas de bastidores.


sábado, 21 de junho de 2014

75 dias para a NFL - Tudo Azul


A década de 1970 não é a que os torcedores dos 49ers lembram com mais carinho, nem mesmo os mais antigos. O que não quer dizer que aqueles tenham sido anos perdidos para o time, especialmente a primeira metade da década. Os 49ers venceram a divisão por 3 vezes consecutivas e chegaram por 2 vezes até a decisão da NFC - perdendo-as para o Dallas Cowboys. Ao longo dessa série falaremos sobre alguns dos melhores jogadores daquela época. Hoje é a vez do líder da linha ofensiva, Forrest Blue.

Forrest, em sua adolescência, se destacava em vários esportes, além do futebol americano, como basquete, baseball e track (uma modalidade com algumas provas de atletismo). Ele era tão bom que foi eleito para a National Honor Society, uma entidade que reconhece estudantes que se destacam em diferentes áreas.

Mas foi no futebol americano que ele resolveu seguir sua vida, e ele foi ser o center da Universidade de Auburn. Antes de ser draftado, ele fez parte de um time de All Stars da NCAA, que perdeu para o Green Bay Packers por 34-17, em 1968 (Green Bay era o então campeão da NFL - e vencedor do Super Bowl).

Naquele mesmo ano, Blue foi draftado pelos 49ers no 1º round. Os Niners só escolheriam outro jogador de interior de linha ofensiva na 1ª rodada mais de 40 anos depois, com Mike Iuapti, conforme dissemos no texto dele. Forrest foi um dos principais responsáveis pela proteção ao QB John Brodie, um dos melhores da NFL na época.

Nas 7 temporadas que ficou em San Francisco, Forrest foi eleito 4 vezes consecutivas para o All Pro Team, entre 1971 e 74. Após este último ano, Blue deixou os 49ers e foi jogar pelo Baltimore Colts, onde permaneceu por 4 anos, até se aposentar.

76 dias para a NFL - Do Outro Lado da Linha


Os jogadores mais conhecidos da linha ofensiva são os left tackles - afinal, eles que são os maiores responsáveis pela proteção do Quarterback (ao menos dos destros, que são a maioria). Mas quem atua do lado oposto a ele também tem sua importância, abrir caminho para os running backs não é uma tarefa menos nobre. E o post de hoje fala sobre o right tackle titular dos 49ers, Anthony Davis.

Davis começou sua carreira como guard, foi pra jogar nessa posição que ele foi recrutado pela Universidade de Rutgers, e fez parte da seleção de rookies da NCAA em 2007, jogando como RG. Mas no ano seguinte ele fez a transição para a ponta da linha ofensiva, como right tackle, o contrário do que costuma acontecer. Bendita a decisão do seu técnico na época.

Seu rendimento foi tão bom que, ao abdicar do seu último ano na faculdade para entrar no draft da NFL, em 2010, os 49ers fizeram um trade-up com o Denver Broncos, para escolhe-lo na 11ª posição na primeira rodada (antes de Mike Iupati). Desde então ele é o RT titular do time.

Além de ser crucial para o desempenho de Frank Gore - e do próprio Kaepernick, que também corre bastante com a bola - uma qualidade importante de Anthony é sua consistência. Desde que foi draftado, jamais perdeu um mísero jogo por contusão. E ainda salvou a pele de seu ataque 3 vezes, recuperando fumbles. É um jogador discreto, mas que continue assim - para quem joga em posições não tão midiáticas, ter seu nome citado muitas vezes é porque está fazendo bobagens. Não é o caso dele, ainda bem. Faltam 76 dias!